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O que são criptomoedas? Como funcionam as criptomoedas? Guia completo para iniciantes em ativos digitais

25 de janeiro de 2026
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Bem-vindo ao seu portal para o mundo empolgante das criptomoedas! Seja porque você ouviu falar sobre a ascensão meteórica do preço do Bitcoin ou porque está curioso sobre como as moedas digitais estão transformando o cenário financeiro, este guia vai lhe fornecer o conhecimento essencial sobre criptomoedas. Ao final deste artigo, você vai entender o que são criptomoedas, como funcionam, os diferentes tipos disponíveis e como começar a negociar em plataformas como a MEXC. Este guia para iniciantes elimina o jargão técnico para entregar informações claras e práticas a qualquer pessoa interessada em explorar essa revolução financeira digital.
Principais pontos
  • Criptomoedas são dinheiro digital que utiliza criptografia para segurança e funciona sem autoridades centrais como bancos ou governos.
  • A tecnologia blockchain é a base das criptomoedas, fornecendo um livro-razão transparente e seguro de todas as transações, praticamente impossível de alterar.
  • O Bitcoin é a primeira e maior criptomoeda, criada em 2009 e projetada como um sistema de pagamento peer-to-peer com oferta limitada de 21 milhões de moedas.
  • Além do Bitcoin, existem milhares de criptomoedas alternativas, incluindo Ethereum (para contratos inteligentes), stablecoins (para estabilidade de preço) e tokens especializados para diversas aplicações.
  • As criptomoedas oferecem vantagens como taxas de transação mais baixas, transferências internacionais rápidas e proteção contra inflação, mas também trazem riscos como volatilidade de preços e desafios de segurança.
  • Segurança é fundamental ao lidar com criptomoeda: usar carteiras confiáveis, implementar autenticação forte e fazer backup das chaves privadas são práticas essenciais.
  • O cenário regulatório varia globalmente, com alguns países adotando criptomoedas enquanto outros impõem restrições, criando um ambiente complexo para usuários e investidores.
  • Começar é simples com exchanges como a MEXC, que permitem comprar, vender e negociar criptomoedas usando vários métodos de pagamento e ferramentas de negociação.
  • O mercado de criptomoedas continua a evoluir com o aumento da adoção institucional, avanços tecnológicos e expansão das aplicações no mundo real além de simples investimentos.

Índice


O que são criptomoedas?

Criptomoedas são moedas digitais ou virtuais protegidas por criptografia, o que as torna praticamente impossíveis de falsificar ou gastar duas vezes. Diferente das moedas tradicionais emitidas por governos (como dólares ou euros), a maioria das criptomoedas opera em redes descentralizadas baseadas na tecnologia blockchain, um livro-razão distribuído mantido por uma rede de computadores.
A característica definidora das criptomoedas é que, em geral, elas não exigem autoridades centrais como bancos ou governos para verificar transações. Em vez disso, utilizam técnicas de criptografia para proteger transações, controlar a criação de novas unidades e verificar a transferência de ativos. O uso dessas tecnologias criptográficas faz com que as criptomoedas funcionem tanto como moeda quanto como um sistema virtual de contabilidade.
As criptomoedas surgiram em parte como resposta às preocupações com os sistemas financeiros tradicionais após a crise financeira global de 2008. Em janeiro de 2009, o Bitcoin foi criado por uma entidade anônima conhecida como Satoshi Nakamoto, estabelecendo a base do que viria a se tornar uma tecnologia financeira revolucionária. A inovação central foi criar um sistema em que duas partes pudessem trocar valor sem depender de intermediários de confiança como bancos.
Enquanto as moedas tradicionais derivam seu valor do respaldo governamental e da regulação (conhecidas como moedas fiduciárias), as criptomoedas derivam valor da sua tecnologia subjacente, utilidade, adoção pela comunidade e dinâmica de mercado. Elas existem puramente em formato digital, sem moedas ou notas físicas. Em vez disso, os saldos são mantidos em um livro-razão público que todos podem acessar de forma transparente.
Para usar criptomoedas, você precisa de uma carteira de criptomoeda: um software que armazena suas chaves criptográficas e conecta às suas posses em criptomoedas. Essas carteiras podem ser serviços baseados em nuvem ou aplicativos armazenados no computador ou dispositivo móvel. Suas criptomoedas não ficam realmente guardadas nessas carteiras; na verdade, elas armazenam as chaves criptográficas (essencialmente senhas sofisticadas) que provam sua propriedade sobre moedas específicas no blockchain.
Um aspecto que diferencia criptomoedas do sistema bancário tradicional é que, enquanto os bancos mantêm registros confidenciais dos saldos e transações dos clientes, os blockchains das criptomoedas são transparentes, permitindo que qualquer pessoa veja todas as transações já realizadas — embora as identidades por trás dos endereços cripto permaneçam pseudônimas, a menos que sejam reveladas voluntariamente.

Como funcionam as criptomoedas?

No seu núcleo, as criptomoedas funcionam com base na tecnologia blockchain, que é essencialmente um livro-razão público distribuído onde todas as transações são registradas. Essa inovação tecnológica resolve um problema fundamental das transações digitais: garantir que o dinheiro digital não possa ser gasto duas vezes sem a necessidade de uma terceira parte confiável para verificar as operações.

Blockchain: a base

O blockchain é uma cadeia de blocos de dados organizados cronologicamente, contendo registros de transações. Cada bloco contém:
  • Um carimbo de data e hora
  • Dados da transação
  • Um hash criptográfico do bloco anterior (criando a “cadeia”)
  • Um nonce (um número aleatório usado no processo de mineração)
Essa estrutura cria um registro imutável: uma vez que um bloco é adicionado à cadeia, seus dados não podem ser alterados sem modificar todos os blocos subsequentes, o que exigiria o consenso da maioria da rede.

Processo detalhado de uma transação

Quando você envia criptomoeda para alguém, o que realmente acontece é:
  1. Início da transação: você cria a transação usando sua carteira, especificando o endereço público do destinatário e o valor.
  2. Assinatura digital: sua carteira “assina” a transação com sua chave privada, criando uma prova matemática de que você é o dono do endereço de envio.
  3. Transmissão: sua transação assinada é transmitida para a rede de nós (computadores) que mantêm o blockchain.
  4. Pool de verificação: a transação entra em um conjunto de transações não confirmadas, aguardando verificação e inclusão no blockchain.
  5. Processo de validação: os nós da rede verificam a validade da transação checando:
    1. Se você tem fundos suficientes
    2. Se sua assinatura digital é válida
    3. Se a transação segue todas as regras da rede
  6. Criação do bloco: mineradores ou validadores (dependendo do mecanismo de consenso) reúnem várias transações verificadas em um bloco candidato.
  7. Consenso: por meio da mineração (Proof of Work) ou do staking (Proof of Stake), a rede chega a um consenso sobre a validade do novo bloco.
  8. Adição do bloco: o novo bloco é vinculado criptograficamente ao bloco anterior e adicionado à cadeia.
  9. Confirmação: à medida que mais blocos são adicionados sobre o bloco que contém sua transação, ela se torna cada vez mais “confirmada” e irreversível.
  10. Conclusão: a carteira do destinatário mostra os fundos recebidos, embora muitas vezes se espere múltiplas confirmações antes de considerar a transação finalizada.

Mecanismos de consenso

Como uma rede descentralizada chega a um acordo sobre quais transações são válidas? Isso é feito através de mecanismos de consenso:
Proof of Work (PoW): usado pelo Bitcoin e algumas outras criptomoedas, exige que mineradores resolvam problemas matemáticos complexos que demandam grande poder computacional. O primeiro a resolver o problema adiciona o próximo bloco e recebe novas moedas como recompensa. É um processo intensivo em energia, mas que se mostrou seguro ao longo do tempo.
Proof of Stake (PoS): alternativa ao PoW, seleciona validadores com base na quantidade de moedas que eles “travam” (stake) como garantia. É muito mais eficiente em termos energéticos. O Ethereum, a segunda maior criptomoeda, migrou do PoW para o PoS em 2022.
Outros mecanismos: diversas criptomoedas implementam alternativas como Delegated Proof of Stake (DPoS), Proof of Authority (PoA) e Proof of History (PoH), cada um com vantagens e trade-offs específicos.

O papel da criptografia

As criptomoedas usam diversas técnicas criptográficas para proteger a rede:
  • Criptografia de chave pública e privada: cada usuário tem uma chave pública (visível, como um endereço) e uma chave privada (secreta, usada para assinar transações).
  • Funções hash: funções matemáticas unidirecionais que convertem dados de qualquer tamanho em uma saída de tamanho fixo. São usadas para ligar blocos e proteger o processo de mineração.
  • Assinaturas digitais: esquemas matemáticos que validam a autenticidade e integridade de mensagens ou transações.
Essa combinação sofisticada de tecnologias cria um sistema em que o valor pode ser transferido globalmente, quase de forma instantânea, 24/7, sem a necessidade de confiar em uma autoridade central — um conceito revolucionário na história das finanças.

Tipos de criptomoedas

O mercado de criptomoedas possui milhares de ativos digitais diferentes, cada um com características e finalidades únicas. Aqui estão as principais categorias:

Bitcoin (BTC)

O Bitcoin, lançado em 2009 por uma entidade anônima conhecida como Satoshi Nakamoto, foi a primeira criptomoeda e continua sendo a maior em capitalização de mercado. Frequentemente chamado de “ouro digital”, o Bitcoin foi projetado como um sistema de dinheiro eletrônico peer-to-peer. Seu preço já passou por grande volatilidade, mas, em geral, apresentou tendência de alta ao longo do tempo, chegando a atingir até US$ 100.000 em 2024.
O Bitcoin é caracterizado pelo seu limite fixo de 21 milhões de moedas, o que o torna inerentemente escasso — uma propriedade que muitos investidores consideram atraente como proteção contra a inflação. O blockchain do Bitcoin é atualizado aproximadamente a cada 10 minutos e a rede é mantida por um grupo global de mineradores que competem para processar transações.

Ethereum (ETH)

O Ethereum vai além de ser apenas uma moeda. É uma plataforma que permite que desenvolvedores criem aplicativos descentralizados (dApps) e contratos inteligentes. Sua criptomoeda nativa, o Ether, é usada para pagar transações e serviços computacionais na rede Ethereum. O Ethereum introduziu o conceito de dinheiro programável no espaço das criptomoedas.
Diferente do Bitcoin, o principal objetivo do Ethereum não é ser uma moeda digital, mas sim facilitar contratos e aplicativos programáveis através da sua própria linguagem. Essa versatilidade fez do Ethereum a base de muitos outros projetos cripto, incluindo aplicativos de finanças descentralizadas (DeFi), tokens não fungíveis (NFTs) e outros tokens utilitários.

Stablecoins

Stablecoins como Tether (USDT) e USD Coin (USDC) foram projetadas para minimizar a volatilidade, vinculando seu valor a ativos externos, geralmente o dólar americano. Essas moedas mantêm um preço constante, tornando-se úteis para negociação, poupança e transações do dia a dia sem as flutuações extremas de preço comuns em outras criptomoedas.
As stablecoins servem como uma ponte entre o mundo das criptomoedas e as finanças tradicionais, oferecendo os benefícios dos ativos digitais (rapidez, transferibilidade global) sem a volatilidade. São particularmente úteis para traders que querem entrar e sair rapidamente de posições sem precisar converter novamente para moeda fiduciária.

Altcoins

Altcoin” refere-se a qualquer criptomoeda que não seja o Bitcoin. Exemplos populares incluem:
  • Ripple (XRP): projetado para transferências internacionais de dinheiro entre instituições financeiras
  • Cardano (ADA): foca em sustentabilidade e escalabilidade
  • Solana (SOL): conhecido por sua alta velocidade de transações e baixas taxas
  • Litecoin (LTC): criado como uma alternativa mais rápida ao Bitcoin
Muitos altcoins buscam melhorar as limitações do Bitcoin ou atender a casos de uso específicos. Alguns se concentram em recursos de privacidade (como o Monero), outros em capacidades de contratos inteligentes (como o Polkadot) e alguns em aplicações industriais específicas (como o VeChain para gestão de cadeias de suprimento).
O XRP é projetado para transferências internacionais de dinheiro entre instituições financeiras. Seu objetivo é melhorar a eficiência dos pagamentos transfronteiriços, oferecendo liquidação rápida e de baixo custo para transações de grandes volumes institucionais.

Memecoins

Memecoins são criptomoedas inspiradas em piadas ou memes da internet. O exemplo mais famoso é o Dogecoin (DOGE), que apresenta o cachorro Shiba Inu do meme “Doge”. Esses tokens frequentemente ganham valor graças ao entusiasmo da comunidade e a endossos de celebridades, em vez de inovações tecnológicas. Embora alguns memecoins, como o Dogecoin, tenham alcançado altas capitalizações de mercado, eles geralmente são considerados altamente especulativos e voláteis. Outro exemplo popular é o Shiba Inu (SHIB), que ganhou fama como o “assassino do Dogecoin”.
Os memecoins normalmente têm grandes ou ilimitadas quantidades de moedas em circulação e pouca inovação técnica, dependendo mais do impulso comunitário e da atenção em redes sociais. Tornaram-se um fenômeno cultural no espaço cripto, muitas vezes apresentando oscilações dramáticas de preço baseadas em tweets de figuras influentes ou compras coordenadas por comunidades online.

Tokens utilitários

Esses tokens fornecem acesso a um produto ou serviço específico dentro de um ecossistema blockchain. Exemplos incluem:
  • Basic Attention Token (BAT): usado no ecossistema do navegador Brave para recompensar usuários por visualizarem anúncios
  • Chainlink (LINK): alimenta uma rede descentralizada de oráculos que traz dados do mundo real para os blockchains
  • Filecoin (FIL): usado para serviços de armazenamento de arquivos descentralizados

Tokens de segurança

Tokens de segurança representam propriedade em um ativo externo, de forma semelhante a valores mobiliários tradicionais. Eles estão sujeitos a regulações federais de valores mobiliários e representam contratos de investimento em ativos do mundo real como ações, títulos, imóveis ou fundos de investimento.

Vantagens e desvantagens das criptomoedas

Vantagens das criptomoedas

  1. Liberdade e controle financeiro
As criptomoedas dão a você controle total sobre seus ativos sem depender de instituições financeiras. Nenhuma entidade pode congelar suas contas ou impedir transações. Essa soberania individual é particularmente valiosa em regiões com sistemas financeiros instáveis ou onde a população não tem acesso a serviços bancários.
  1. Acessibilidade global
Qualquer pessoa com acesso à internet pode usar criptomoedas, oferecendo serviços financeiros para populações desbancarizadas ou sub-bancarizadas em todo o mundo. Isso tem implicações significativas para a inclusão financeira: cerca de 1,7 bilhão de adultos globalmente ainda não têm acesso a serviços bancários, mas a criptomoeda exige apenas um smartphone e conexão à internet.
  1. Taxas de transação mais baixas
As transações em criptomoedas geralmente têm taxas mais baixas do que os serviços bancários tradicionais, especialmente para transferências internacionais. Enquanto uma transferência bancária internacional pode custar entre US$ 25 e US$ 50 e demorar dias, uma transação com criptomoeda pode custar menos de US$ 1 e levar apenas minutos — independentemente do valor transferido ou da distância geográfica.
  1. Transferências internacionais rápidas
Enviar dinheiro através de fronteiras é extremamente rápido com criptomoedas, muitas vezes levando minutos em vez de dias nos sistemas tradicionais. Essa eficiência é transformadora para remessas, onde trabalhadores que enviam dinheiro para suas famílias perdem bilhões anualmente em taxas e margens de câmbio.
  1. Privacidade
Embora as transações sejam registradas no blockchain público, suas informações pessoais não estão necessariamente vinculadas a essas transações, proporcionando mais privacidade do que muitos serviços financeiros tradicionais. Usuários podem realizar transações sem revelar informações pessoais que poderiam levar a roubo de identidade.
  1. Proteção contra inflação
Algumas criptomoedas, como o Bitcoin, têm uma oferta limitada, o que pode proteger contra a desvalorização que afeta moedas emitidas por governos devido à inflação. Esse recurso tornou o Bitcoin particularmente atraente em países que enfrentam hiperinflação, como Venezuela, Argentina e Zimbábue.
  1. Potencial de altos retornos
Investidores iniciais em criptomoedas bem-sucedidas viram retornos notáveis, embora desempenho passado não seja garantia de resultados futuros. O Bitcoin, por exemplo, cresceu de alguns centavos em 2009 para dezenas de milhares de dólares por moeda hoje.
  1. Transparência
Todas as transações de criptomoeda ocorrem em blockchains públicos, garantindo transparência total. Qualquer pessoa pode verificar transações, reduzindo o potencial de fraude, corrupção e manipulação, comuns em sistemas financeiros mais opacos.
  1. Dinheiro programável
Plataformas de contratos inteligentes como o Ethereum permitem o conceito de dinheiro programável, fundos que podem ser transferidos automaticamente com base em condições pré-definidas sem intermediários. Isso possibilita novos serviços financeiros e capacidades de automação que não seriam possíveis com moedas tradicionais.

Desvantagens das criptomoedas

  1. Volatilidade
Os preços das criptomoedas podem variar dramaticamente em curtos períodos, tornando-as investimentos arriscados. Não é incomum que os valores mudem entre 10% e 20% em um único dia, criando desafios para quem deseja usar cripto em transações diárias ou como reserva de valor estável.
  1. Curva de aprendizado técnico
Compreender criptomoedas exige aprender novos conceitos e tecnologias, o que pode ser desafiador para iniciantes. Conceitos como chaves privadas, segurança de carteiras e validação de blockchain não são intuitivos para a maioria das pessoas e exigem dedicação para serem compreendidos adequadamente.
  1. Riscos de segurança
Se você perder acesso às suas chaves privadas ou cair em golpes, sua criptomoeda pode ser perdida para sempre, sem chance de recuperação. Diferente da banca tradicional, onde senhas esquecidas podem ser redefinidas ou transações fraudulentas revertidas, as transações em criptomoedas geralmente são irreversíveis, e chaves perdidas significam fundos perdidos.
  1. Preocupações ambientais
Muitas criptomoedas, especialmente o Bitcoin, utilizam processos de mineração que consomem muita energia, levantando preocupações ambientais. O mecanismo de consenso Proof of Work do Bitcoin exige enorme poder computacional, com estimativas sugerindo que a rede consome mais eletricidade do que alguns países pequenos. Entretanto, muitas criptomoedas mais recentes usam métodos de validação mais eficientes em termos energéticos.
  1. Incerteza regulatória
As regulamentações governamentais sobre criptomoedas ainda estão em desenvolvimento, criando incerteza sobre seu futuro status legal. Países diferentes adotam abordagens muito distintas, desde proibições totais até a promoção ativa da inovação em cripto, formando um cenário global complexo para usuários e empresas.
  1. Aceitação limitada
Apesar do crescimento da adoção, as criptomoedas ainda não são amplamente aceitas para compras cotidianas na maioria dos negócios. Embora algumas grandes empresas aceitem Bitcoin e outras criptomoedas, elas continuam sendo um método de pagamento de nicho para transações de consumo.
  1. Manipulação de mercado
O mercado de criptomoedas ainda é relativamente pequeno em comparação com os mercados tradicionais, o que o torna potencialmente suscetível à manipulação. Esquemas de “pump and dump”, nos quais grupos inflacionam artificialmente os preços antes de venderem suas posições, não são incomuns em criptomoedas menores.
  1. Desafios de escalabilidade
Muitas redes blockchain enfrentam limitações em velocidade e capacidade de processamento de transações. O Bitcoin, por exemplo, processa cerca de 7 transações por segundo, comparado à capacidade da Visa de milhares por segundo — embora várias soluções de escalabilidade estejam em desenvolvimento.

Carteiras de criptomoedas e segurança

Uma carteira de criptomoedas não armazena de fato suas moedas, mas sim as chaves privadas necessárias para acessar seu endereço no blockchain. Pense nela como um gerenciador de senhas para seus ativos digitais. Aqui está uma visão abrangente sobre carteiras e segurança:

Tipos de carteiras

Hot Wallets (conectadas à internet)
  1. Web Wallets: carteiras baseadas em navegador fornecidas por exchanges ou serviços de terceiros.
    1. Prós: extremamente convenientes, acessíveis de qualquer dispositivo com internet
    2. Contras: maior risco de segurança, já que suas chaves privadas ficam sob controle do provedor do serviço
    3. Exemplos: Coinbase Wallet, extensão de navegador MetaMask
  2. Mobile Wallets: aplicativos instalados em smartphones.
    1. Prós: convenientes para uso diário, permitem escanear QR codes para pagamentos
    2. Contras: vulneráveis caso o telefone seja comprometido ou roubado
    3. Exemplos: Trust Wallet, Exodus Mobile, Atomic Wallet
  3. Desktop Wallets: softwares instalados no computador.
    1. Prós: mais seguras do que web wallets, fornecem controle total sobre as chaves privadas
    2. Contras: vulneráveis a malware ou invasões no computador
    3. Exemplos: Electrum, Exodus Desktop
Cold Wallets (armazenamento offline)
  1. Hardware Wallets: dispositivos físicos projetados especificamente para armazenar chaves de criptomoeda.
    1. Prós: altíssima segurança, chaves nunca expostas à internet
    2. Contras: precisam ser comprados, podem ser perdidos ou danificados
    3. Exemplos: Ledger Nano, Trezor, KeepKey
  2. Paper Wallets: documentos físicos que contêm suas chaves públicas e privadas.
    1. Prós: totalmente offline, imunes a ataques hackers
    2. Contras: vulneráveis a danos físicos, roubo ou perda; tecnologia em desuso
    3. Exemplos: QR codes impressos, frases-semente escritas
  3. Steel/Metal Wallets: placas de metal duráveis com frases de recuperação gravadas.
    1. Prós: à prova de fogo, resistentes à água, extremamente duráveis
    2. Contras: mais caras, ainda vulneráveis a roubo físico
    3. Exemplos: Cryptosteel, Billfodl

Carteiras multiassinatura

As carteiras multiassinatura (multi-sig) exigem várias chaves privadas para autorizar uma transação, semelhante à necessidade de várias assinaturas em um cheque. Por exemplo, uma carteira 2-de-3 exigiria duas de três assinaturas possíveis para aprovar uma transação. Isso adiciona uma camada extra de segurança e pode ser útil para:
  • Contas de empresas que exigem múltiplas aprovações
  • Planejamento de herança com mecanismos de segurança
  • Proteção contra a violação de um único dispositivo

Melhores práticas de segurança

  1. Use senhas fortes: crie senhas únicas e complexas para contas em exchanges e carteiras. Considere usar um gerenciador de senhas para gerar e armazená-las com segurança.
  2. Ative a autenticação de dois fatores (2FA): adicione uma camada extra de proteção além da senha. Aplicativos de autenticação (como Google Authenticator ou Authy) são mais seguros do que SMS, que pode ser alvo de ataques de troca de SIM.
  3. Faça backup das suas chaves: armazene cópias de backup das suas chaves privadas ou frases de recuperação em locais seguros e múltiplos. Muitas carteiras usam frases de 12 ou 24 palavras que permitem restaurar acesso aos fundos caso o dispositivo seja perdido ou danificado.
  4. Use carteiras e exchanges confiáveis: pesquise bem antes de confiar seus ativos a qualquer provedor. Procure:
    1. Reputação estabelecida e boas avaliações de usuários
    2. Histórico sólido de segurança
    3. Informações transparentes da empresa e sua liderança
    4. Políticas claras de seguro e segurança
  5. Cuidado com phishing: nunca compartilhe suas chaves privadas ou frases de recuperação e sempre verifique com atenção as URLs dos sites. Phishing em criptomoedas é sofisticado, com sites falsos, e-mails e perfis de redes sociais criados para roubar credenciais.
  6. Considere cold storage: para grandes quantias, mantenha a maior parte em carteiras frias, desconectadas da internet. É comum recomendar manter valores para uso diário em hot wallets e investimentos de longo prazo em cold storage.
  7. Atualize softwares regularmente: mantenha carteiras e sistemas de segurança atualizados para se proteger contra vulnerabilidades conhecidas. Ative atualizações automáticas sempre que possível.
  8. Use um dispositivo dedicado: para grandes holdings, considere usar um dispositivo exclusivo apenas para gerenciar criptomoedas, sem navegação geral ou atividades que possam introduzir malware.
  9. Segurança física: proteja hardware wallets e backups de frases de recuperação contra roubo, incêndio e desastres naturais. Cofres à prova de fogo, caixas de segurança em bancos ou armazenamento distribuído em múltiplos locais seguros são boas práticas.
  10. Plano sucessório claro: garanta que familiares de confiança ou responsáveis saibam como acessar suas criptomoedas em caso de emergência ou falecimento, sem comprometer a segurança durante sua vida.
  11. Teste transações pequenas primeiro: ao usar uma nova carteira ou exchange, envie uma pequena quantia antes de transferir valores maiores.
  12. Verifique os destinatários cuidadosamente: confira endereços múltiplas vezes antes de enviar. Alguns malwares podem alterar o conteúdo da área de transferência para substituir o endereço por um de atacantes.

Ameaças de segurança comuns

  1. Ataques de phishing: sites, e-mails ou mensagens falsos que imitam serviços legítimos para roubar credenciais ou chaves privadas.
  2. Malware: softwares projetados para roubar chaves privadas de dispositivos infectados.
  3. Troca de SIM: golpistas convencem operadoras a transferir seu número de telefone para outro chip, permitindo que eles burlem autenticação via SMS.
  4. Hacks em exchanges: exchanges centralizadas podem ser invadidas, resultando em perdas de fundos de clientes. Daí o ditado: “not your keys, not your coins” (se não são suas chaves, não são suas moedas).
  5. Engenharia social: técnicas de manipulação usadas para convencer pessoas a revelar informações sensíveis ou realizar ações que comprometem a segurança.
Lembre-se: as transações em criptomoedas são irreversíveis. Se você perder acesso às suas chaves privadas ou enviar criptomoeda para o endereço errado, dificilmente conseguirá recuperar os fundos. Levar a segurança a sério é essencial no mundo cripto.

Como comprar criptomoedas na MEXC?

Criar uma conta na MEXC

  1. Acesse o site da MEXC ou baixe o aplicativo MEXC.
  2. Cadastre-se usando seu e-mail ou número de telefone.
  3. Conclua o processo de verificação KYC (Know Your Customer) fornecendo os documentos de identificação solicitados.

Métodos para comprar criptomoedas na MEXC

A MEXC oferece várias formas de adquirir criptomoedas:
  1. Cartão de crédito/débito: o método mais simples para iniciantes comprarem criptomoeda diretamente usando Visa ou Mastercard.
  2. Negociação P2P/Fiat: compre criptomoeda diretamente de outros usuários através do serviço peer-to-peer da MEXC, com proteção pelo sistema de custódia (escrow) da própria MEXC.
  3. Transferência bancária internacional: deposite moeda fiduciária (como USD ou EUR) usando serviços como SEPA e, em seguida, utilize-a para comprar criptomoedas.
  4. Serviços de pagamento de terceiros: utilize processadores de pagamento como Simplex, Banxa ou Mercuryo para opções adicionais de compra.

Negociando criptomoedas na MEXC

Após comprar criptomoedas na MEXC, você pode:
  • Mantê-la na sua carteira da MEXC
  • Enviá-la para outra carteira via transferência blockchain
  • Negociá-la por outras criptomoedas
  • Fazer staking e obter renda passiva através dos produtos Ganhos MEXC

Tipos de ordens na MEXC

A MEXC oferece quatro tipos principais de ordens para negociação Spot:
  1. Ordem limite: você define seu próprio preço de compra ou venda. A ordem permanece no livro até ser executada ao preço especificado (ou melhor), ou até que seja cancelada.
  2. Ordem a mercado: executa imediatamente uma ordem de compra ou venda ao preço atual de mercado. Garante execução rápida, mas não garante preço exato.
  3. Ordem stop-limite: define um preço de acionamento que, quando atingido, coloca automaticamente uma ordem limite. Útil para comprar quando o preço sobe acima de um nível definido ou vender quando cai abaixo de um limite estabelecido.
  4. OCO (One-Cancels-the-Other): combina uma ordem limite com uma ordem stop-limite. Quando uma é executada, a outra é automaticamente cancelada. Isso permite definir simultaneamente alvos de lucro e níveis de stop-loss.
Para verificar seu histórico de transações, clique em “Ordens” no canto superior direito do site da MEXC e selecione “Ordens Spot” para visualizar todos os seus registros de negociação Spot.

Panorama regulatório global

O status legal das criptomoedas varia substancialmente de país para país e ainda está indefinido ou em constante mudança em muitas jurisdições. Alguns países permitiram explicitamente o uso e a negociação de criptomoedas, enquanto outros as proibiram ou restringiram.

Abordagens regulatórias

Diferentes países adotam diferentes posturas em relação à regulação das criptomoedas:
  • Abordagens permissivas: países como El Salvador adotaram as criptomoedas, com o Bitcoin sendo aceito como moeda de curso legal.
  • Abordagens restritivas: alguns países implementaram proibições parciais ou totais à negociação ou mineração de criptomoedas.
  • Estruturas em evolução: muitas jurisdições estão desenvolvendo regulamentações específicas para criptomoedas, focando em questões como tributação, combate à lavagem de dinheiro e proteção ao consumidor.

Implicações fiscais

Em muitos países, as criptomoedas são tratadas como propriedade para fins tributários. Isso significa que transações com cripto — incluindo negociação, recompensas de mineração e uso de criptomoedas para compras — podem gerar obrigação de pagamento de imposto sobre ganhos de capital, que deve ser declarado às autoridades fiscais.

Classificação: valor mobiliário x moeda

Um dos debates regulatórios em andamento é se as criptomoedas devem ser classificadas como valores mobiliários, commodities ou moedas. Essa classificação tem implicações significativas sobre como elas são reguladas e quais agências governamentais têm autoridade sobre o setor.

Mantendo-se em conformidade

Para usuários e investidores de criptomoedas, é essencial manter-se informado sobre as regulamentações locais. Isso inclui:
  • Compreender as exigências de declaração fiscal
  • Utilizar exchanges regulamentadas sempre que possível
  • Manter registros detalhados das transações
  • Seguir protocolos de KYC (Know Your Customer) e AML (Anti-Money Laundering) quando exigidos

Futuro das criptomoedas

O cenário das criptomoedas continua a evoluir rapidamente. Aqui estão as principais tendências e desenvolvimentos que moldam seu futuro:

Adoção institucional crescente

Grandes instituições financeiras, incluindo bancos e gestoras de investimento, estão entrando cada vez mais no espaço das criptomoedas. Empresas como BlackRock e Fidelity já oferecem produtos de investimento em cripto, sinalizando uma aceitação cada vez maior no mercado tradicional. Essa participação institucional traz maior legitimidade, liquidez e estabilidade aos mercados de criptomoedas.

Desenvolvimentos regulatórios

Governos ao redor do mundo estão trabalhando para estabelecer estruturas regulatórias mais claras para as criptomoedas. Embora as abordagens variem de país para país, essa clareza regulatória é geralmente positiva para a estabilidade de longo prazo do ecossistema. Regulamentações equilibradas, que protejam consumidores sem sufocar a inovação, serão cruciais para o crescimento contínuo das criptomoedas.

Moedas digitais de bancos centrais (CBDCs)

Muitos bancos centrais estão explorando ou desenvolvendo suas próprias moedas digitais. Diferente das criptomoedas descentralizadas, essas CBDCs seriam emitidas e controladas por autoridades centrais. Sua introdução pode acelerar a adoção de pagamentos digitais, ao mesmo tempo em que potencialmente compete com criptomoedas privadas.

Avanços tecnológicos

A tecnologia blockchain continua a evoluir, enfrentando limitações atuais com melhorias como:
  • Soluções de escalabilidade, capazes de processar mais transações por segundo
  • Mecanismos de consenso energeticamente eficientes, que reduzem o impacto ambiental
  • Protocolos de interoperabilidade, permitindo que diferentes blockchains se comuniquem entre si

Expansão das aplicações no mundo real

Além de investimentos, as criptomoedas estão encontrando cada vez mais utilidade em:
  • Remessas e pagamentos transfronteiriços
  • Serviços de finanças descentralizadas (DeFi)
  • Tokens não fungíveis (NFTs) para propriedade digital
  • Gestão e verificação de cadeias de suprimento
  • Sistemas de identidade e autenticação
O futuro das criptomoedas provavelmente continuará marcado por volatilidade e inovação, com alguns projetos fracassando enquanto outros se tornam parte essencial do sistema financeiro global. Para investidores e usuários, acompanhar os avanços tecnológicos e as mudanças regulatórias será fundamental para navegar nesse espaço dinâmico.

Perguntas frequentes sobre criptomoedas

  1. O que são criptomoedas?
Criptomoeda é dinheiro digital ou virtual que utiliza criptografia para segurança e opera em redes descentralizadas baseadas em tecnologia blockchain. Diferente das moedas tradicionais emitidas por governos, as criptomoedas funcionam sem uma autoridade central como um banco ou governo.
  1. Como funcionam as criptomoedas?
As criptomoedas funcionam através da tecnologia blockchain, um livro-razão distribuído mantido por uma rede de computadores. Quando você envia criptomoeda, a transação é transmitida para essa rede, verificada por algoritmos complexos e registrada no blockchain. Esse processo descentralizado elimina a necessidade de intermediários como os bancos.
  1. O que é mineração de criptomoedas?
A mineração é o processo de usar poder computacional para resolver problemas matemáticos complexos que validam e registram transações de criptomoeda no blockchain. Os mineradores recebem criptomoeda recém-criada como recompensa, o que exige hardware especializado e alto consumo de energia.
  1. Como comprar criptomoeda?
Você pode comprar criptomoeda em exchanges como a MEXC, utilizando métodos de pagamento como transferências bancárias, cartões de crédito ou débito. Após criar e verificar uma conta na exchange, basta fazer um pedido de compra da criptomoeda desejada e transferi-la para sua carteira pessoal.
  1. Quando foi lançado o Dogecoin?
O Dogecoin foi criado em dezembro de 2013 pelos engenheiros de software Billy Markus e Jackson Palmer como uma alternativa bem-humorada às criptomoedas tradicionais como o Bitcoin.
  1. Como negociar criptomoedas?
Negociar criptomoedas envolve abrir uma conta em uma exchange, depositar fundos e comprar ou vender ativos cripto com base na análise do mercado. Você pode usar diferentes tipos de ordens, como ordens a mercado (execução imediata ao preço atual) ou ordens limitadas (execução em um preço definido).
  1. Como minerar criptomoedas?
Minerar criptomoeda exige hardware especializado (como GPUs de alto desempenho ou mineradores ASIC), softwares de mineração e, geralmente, a participação em um pool de mineração. O processo é intensivo em energia e cada vez mais competitivo, o que torna difícil obter lucro individualmente sem investimentos significativos.
  1. Como as criptomoedas funcionam para iniciantes?
Para iniciantes, as criptomoedas funcionam como dinheiro digital que pode ser enviado diretamente entre pessoas sem intermediários. Você a guarda em uma carteira digital, pode usá-la para comprar bens e serviços onde for aceita e também trocá-la por outras criptomoedas ou moedas tradicionais. Seu valor varia conforme a demanda do mercado.
  1. Qual é a melhor criptomoeda para investir?
A “melhor” criptomoeda para investir depende dos seus objetivos financeiros, tolerância ao risco e prazo de investimento. Bitcoin e Ethereum são geralmente vistas como opções mais estabelecidas, enquanto projetos mais novos podem oferecer maior potencial de crescimento com riscos maiores. Diversificação e pesquisa aprofundada são recomendadas antes de investir.
  1. Criptomoedas são legais na Índia?
De acordo com as informações mais recentes, a criptomoeda não é proibida na Índia, mas a regulamentação continua em evolução. Em 2020, a Suprema Corte do país anulou uma proibição anterior de serviços bancários relacionados a criptomoedas. Os usuários devem acompanhar as novidades regulatórias.
  1. Onde é possível comprar criptomoedas?
A criptomoeda pode ser adquirida em exchanges como Coinbase, Binance, Kraken e MEXC. Outras opções incluem marketplaces peer-to-peer, caixas eletrônicos de criptomoedas e até alguns aplicativos de pagamento, como PayPal e Venmo, que já oferecem suporte à compra de cripto.
  1. Como criar uma criptomoeda?
Criar uma criptomoeda pode envolver: fazer um fork de um blockchain existente, construir um novo blockchain ou criar um token em uma plataforma já estabelecida, como o Ethereum. A abordagem técnica depende dos objetivos, habilidades e recursos disponíveis. A maioria dos novos projetos cria tokens em blockchains já existentes, por exigir menos conhecimento técnico.
  1. Como investir em criptomoeda?
Para investir em criptomoeda: 1) pesquise e escolha criptomoedas que se alinhem à sua estratégia de investimento, 2) selecione uma exchange confiável e crie uma conta, 3) implemente medidas de segurança como autenticação de dois fatores, 4) comece com um valor pequeno, 5) considere estratégias de longo prazo versus negociação, e 6) use soluções de armazenamento seguras para seus ativos.
  1. O que é blockchain em criptomoedas?
Blockchain é a tecnologia que sustenta as criptomoedas. Trata-se de um livro-razão distribuído e imutável que registra todas as transações em uma rede de computadores. Cada “bloco” contém um conjunto de transações que, uma vez verificadas, são adicionadas à “cadeia” de blocos anteriores, criando um registro permanente, transparente e extremamente difícil de ser alterado.
  1. Como investidores ganham dinheiro com criptomoedas?
As pessoas podem ganhar dinheiro com criptomoedas de diversas formas: 1) investimento de longo prazo (comprar e manter), 2) negociação (aproveitando movimentos de preço), 3) mineração ou staking para receber recompensas, 4) yield farming e empréstimos em plataformas DeFi, 5) participação em airdrops ou lançamentos de tokens, e 6) criação de conteúdo ou serviços dentro do ecossistema cripto.
  1. Como as criptomoedas ganham valor?
As criptomoedas ganham valor através da dinâmica de oferta e demanda, utilidade, taxa de adoção, desenvolvimento tecnológico e sentimento do mercado. Diferente das moedas tradicionais respaldadas por governos, o valor da criptomoeda é determinado pelo que usuários e investidores estão dispostos a pagar com base em sua utilidade percebida e potencial.
  1. Criptomoedas são seguras?
A tecnologia das criptomoedas é, em geral, segura devido à criptografia blockchain, mas existem riscos como volatilidade de preços, ataques a exchanges, golpes e mudanças regulatórias. A segurança depende principalmente de como você armazena e gerencia suas criptomoedas e das plataformas que utiliza.
  1. O que é negociação de criptomoedas?
A negociação de criptomoedas envolve comprar e vender moedas digitais em exchanges para lucrar com as flutuações de preço. Os traders analisam tendências de mercado usando análise técnica e fundamental. Os estilos variam de investimentos de longo prazo até day trading, com estratégias como arbitragem, swing trading e scalping.
  1. Para que servem as criptomoedas?
As criptomoedas são usadas para diversos fins: 1) como ativo de investimento, 2) como meio de pagamento onde são aceitas, 3) para envio de remessas com taxas menores do que métodos tradicionais, 4) para acessar serviços de finanças descentralizadas (DeFi), 5) para participar de aplicativos e jogos baseados em blockchain, e 6) como proteção contra inflação em algumas economias.
  1. O que é uma carteira de criptomoedas?
Uma carteira de criptomoedas é um software ou hardware que armazena as chaves privadas necessárias para acessar e gerenciar suas criptomoedas. Em vez de conter moedas reais, a carteira guarda as chaves criptográficas que provam a posse de ativos digitais no blockchain. As carteiras podem ser aplicativos móveis, softwares de desktop, dispositivos físicos ou até versões em papel.
  1. Quais são os diferentes tipos de criptomoedas?
Os principais tipos de criptomoeda incluem: 1) moedas como o Bitcoin, que funcionam principalmente como dinheiro digital, 2) tokens de plataforma como o Ethereum, que alimentam aplicativos em blockchain, 3) stablecoins como o USDT, atreladas a moedas tradicionais, 4) tokens utilitários que fornecem acesso a serviços específicos, 5) tokens de segurança que representam contratos de investimento, e 6) memecoins como o Dogecoin, inspirados na cultura da internet.
  1. Qual é o nome da criptomoeda nativa do Ethereum?
A criptomoeda nativa do Ethereum chama-se Ether (ETH).
  1. O que é mineração em criptomoedas?
A mineração em criptomoedas é o processo em que computadores poderosos resolvem problemas matemáticos complexos para validar transações e adicioná-las ao blockchain. Os mineradores são recompensados com criptomoedas recém-criadas e taxas de transação. Esse processo garante a segurança da rede e cria novas moedas conforme as regras do protocolo.
  1. É possível comprar coisas com criptomoeda?
Sim, é possível comprar coisas com criptomoeda, embora a aceitação ainda varie bastante. Muitos lojistas online, algumas lojas físicas e prestadores de serviços já aceitam Bitcoin e outras criptomoedas importantes. Também existem cartões-presente comprados com cripto que podem ser usados em grandes varejistas, além de cartões de débito cripto que permitem gastar moedas digitais onde cartões tradicionais são aceitos.

Conclusão

A criptomoeda representa uma das inovações financeiras mais significativas do nosso tempo, oferecendo uma visão de um futuro em que o dinheiro é mais digital, acessível e controlado pelo usuário. Como vimos neste guia, as criptomoedas combinam tecnologia de ponta com novos modelos econômicos para criar ferramentas financeiras diferentes de tudo o que já existiu.
Para iniciantes que estão entrando nesse espaço, lembre-se destes pontos principais:
  • As criptomoedas funcionam sobre a tecnologia blockchain, fornecendo segurança e transparência sem autoridades centrais.
  • Diferentes criptomoedas têm diferentes propósitos: do “ouro digital” do Bitcoin às aplicações programáveis do Ethereum e à estabilidade das stablecoins.
  • Segurança é crucial: proteja seus investimentos com soluções de carteira adequadas e práticas fortes de proteção.
  • Plataformas de negociação como a MEXC oferecem pontos de entrada acessíveis com várias opções de compra e ferramentas de negociação.
  • O cenário das criptomoedas continua evoluindo com a crescente adoção institucional e o desenvolvimento regulatório.
Embora as criptomoedas ofereçam oportunidades empolgantes, é importante abordá-las com cautela. Comece com investimentos pequenos que você possa perder, continue aprendendo sobre a tecnologia e mantenha-se atualizado sobre as mudanças do mercado. O conhecimento adquirido neste guia fornece uma base sólida, mas as criptomoedas são um campo complexo e em rápida transformação, que recompensa quem busca aprendizado contínuo.
Seja pelo interesse em criptomoedas como investimento, como tecnologia ou simplesmente como inovação fascinante, compreender seus fundamentos ajudará você a navegar nesse novo território digital com mais confiança.
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