O Brasil registrou 84.760 desaparecimentos em 2025, o que representa um aumento de 4,12% em relação a 2024. Os dados são do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), que reúne as estatísticas enviadas pelas unidades federativas. Este é o maior número registrado desde o início da série histórica, em 2015.
A média diária de desaparecimentos chegou a 232 casos no ano passado, com uma taxa nacional de 39,71 registros por 100 mil habitantes. Roraima liderou o ranking com uma taxa de 78 por 100 mil habitantes, seguido pelo Distrito Federal (75) e pelo Rio Grande do Sul (68).
Em números absolutos, São Paulo concentrou o maior volume de casos (20.546), seguido por Minas Gerais (9.139), Rio Grande do Sul (7.611), Paraná (6.455) e Rio de Janeiro (6.331). Já o Mato Grosso do Sul apresentou o menor índice absoluto, com 378 registros.
Do total geral, 54.102 eram do sexo masculino e 30.050 do feminino; em 608 registros, o gênero não foi informado.
Entre os menores de 18 anos, dos 23.919 casos nessa faixa etária, cerca de 61% (14.658 pessoas) eram do sexo feminino e 38% (9.159), do sexo masculino. Em 102 casos, o sexo não foi informado. Uma média de 66 desaparecimentos por dia.
Os dados abrangem o período de janeiro a dezembro de 2025. Vale ressaltar que, até o fechamento do relatório em dezembro, os estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e São Paulo haviam enviado apenas dados parciais, o que indica que os números finais podem ser ainda maiores.


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