A expectativa de cortes de juros e mais liquidez nos Estados Unidos pode favorecer o Bitcoin em 2026. Entretanto, o cenário político adiciona riscos relevantes ao mercado.
O CEO da Abra, Bill Barhydt, afirmou que o Federal Reserve pode voltar a injetar grandes volumes de liquidez. Por isso, ativos de risco, como o BTC, tenderiam a se valorizar.
Segundo Barhydt, o Fed já sinaliza uma postura mais acomodatícia. Além disso, compras de títulos públicos indicariam um retorno gradual do estímulo monetário.
Atualmente, apenas 14,9% dos investidores esperam corte de juros na próxima reunião do FOMC. O dado vem do CME Group. Mesmo assim, o executivo aposta em mais flexibilização em 2026.
Além disso, maior clareza regulatória nos EUA e entrada institucional sustentam uma visão otimista. Por isso, Barhydt acredita em “bons anos” para o mercado cripto.
Apesar do otimismo, nem todos compartilham a mesma visão. Analistas alertam para riscos macroeconômicos e políticos no próximo ciclo.
O investidor early adopter Michael Terpin projeta um cenário mais negativo. Segundo ele, o Bitcoin pode buscar fundo próximo de US$ 60 mil no fim de 2026.
Além disso, dados do Polymarket mostram apenas 19% de chance de domínio total do Congresso por um partido. Historicamente, o poder costuma mudar nos midterms.
Portanto, mesmo com mais liquidez, o ambiente político pode gerar volatilidade prolongada.
A combinação de política monetária mais solta e incerteza eleitoral cria um cenário misto. O Bitcoin segue sensível ao macro. Por isso, 2026 pode alternar otimismo e correções.
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