O Irão retaliou contra as forças militares dos Estados Unidos de forma mais intensa e devastadora do que os responsáveis de Trump tinham anteriormente revelado, de acordo com um relatório.
A NBC News avançou a notícia no sábado de que um caça iraniano F-5 atravessou as defesas aéreas dos EUA e atingiu mais de 100 alvos, incluindo 11 bases nos estados do Golfo. Fontes internas disseram à NBC News que a base sofreu "danos extensos" que foram "muito piores do que publicamente reconhecido" e que o ataque do F-5 foi "a primeira vez em anos que uma aeronave de asa fixa inimiga atingiu uma base militar americana."

Trump afirmou que os EUA tinham "todas as cartas" no conflito, e o secretário da Defesa Pete Hegseth disse aos jornalistas que "há quase nada que possam fazer militarmente" em retaliação aos ataques dos EUA.
Os legisladores republicanos ficaram alegadamente perturbados pelo facto de a extensão dos danos ser maior do que lhes tinha sido dito. De acordo com a NBC News, um assessor do Congresso anónimo afirmou: "Temos estado a perguntar há semanas e não obtemos especificidades, mesmo quando o Pentágono está a pedir um orçamento recorde."
O Pentágono afirmou que mais de 400 militares dos EUA ficaram feridos, com treze mortos. O think tank conservador American Enterprise Institute estimou que os ataques iranianos infligiram também 5 mil milhões de dólares em danos.
A descoberta surge quando Trump cancelou os planos de enviar um enviado para negociar o fim do conflito e o bloqueio do Estreito de Ormuz.


