Os repórteres do PALÁCIO rejeitaram as alegações de que os seus membros estavam a ser usados ou pagos para ocultar o estado de saúde do Presidente Ferdinand R. Marcos, Jr.
Numa declaração no domingo, o Malacañang Press Corps (MPC) afirmou que a cobertura nos últimos dias foi baseada em informações verificadas, questionamento direto de funcionários e observação em primeira mão.
"Reconhecemos que a saúde do Presidente é um aspeto crítico da segurança nacional", disse o MPC em filipino. "Relatórios anteriores e vídeos de briefings de imprensa mostram claramente como os nossos membros questionaram funcionários do governo sobre o estado do Presidente."
"Isto não é o que os criadores de conteúdo fazem quando o seu único capital é uma conta de redes sociais, uma imaginação vívida e uma agenda questionável", acrescentou.
A declaração surge quando alguns criadores de conteúdo nas redes sociais afirmaram que as fotos recentes do Sr. Marcos durante o Dia do Valor, em 9 de abril passado, em Bataan, foram recicladas do ano passado, questionando o seu estado de saúde após um susto de diverticulite em janeiro passado.
O MPC, o grupo de jornalistas encarregado de cobrir o Sr. Marcos e Malacañang, disse que intensificaria os esforços para combater a desinformação, condenando o que descreveu como tentativas de prejudicar a credibilidade dos jornalistas e enganar o público, ao mesmo tempo que instou os filipinos a examinar as fontes de informação que circulam nas redes sociais.
Apesar das acusações, o grupo disse que permanecerá focado em fornecer uma cobertura justa e precisa sobre as políticas e ações do presidente filipino, prometendo "defender a verdade" independentemente de quem esteja em Malacañang.
O Gabinete de Comunicações Presidenciais disse anteriormente que notou um aumento de informações falsas online nas últimas semanas, visando a saúde do Sr. Marcos e a resposta do governo à guerra do Irão. — Chloe Mari A. Hufana


